sábado, 19 de outubro de 2019

FIB 2019: Lançamento do livro “ATIKUM: os índios negros de MS”

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Lançamento do livro:
“ATIKUM:os índios negros de Mato Grosso do Sul”

 

Noite de autógrafos na Tenda dos Saberes Indígenas. Fotos: Luciene Batista – Subsecretaria Indígena Governo MS

De Bonito, MS – Na noite de ontem 27/07, foi destaque na “Tenda dos Saberes Indígenas” o lançamento do livro: ATIKUM: OS ÍNDIOS NEGROS DO MS. O livro que narra a estória do Povo Atikum que habitam em MS foi escrito pelo professor Dr. Giovani José da Silva. Geovani é professor na Unifap (Universidade Federal do Amapá).

Também lecionou em várias escolas estaduais de MS e Universidade como a UFMS.
O evento foi marcado pela emoção, In’memoria foi homenageados o maior Cacqiue e lider dos Atikum de MS; o Seo Aleano Vicente. Destacando também a difusão da pesquisa e humanidades para os Povos Indígenas.

 

O Povo Atikum vicem em MS desde os anos 80. Depois de percorrerem em vários lugares se estabeleceram ma TI (Terra Indígena) de Nioaque. A TI de Nioaque pertencem ao Povo Terena que cederem uma parte para os Atikum se estabelecerem.

Uns dos parceiros dos Atikum em Nioaque é o Prefeito Valdir Júnior uns dos responsáveis pela participação da comunidade neste evento de lançamento, que foi reapresentado por seu irmão Fernando Couto.

 

 

Em Mato Grosso do Sul Prof. Giovane vem trabalhando as questões e educação escolar indígena há mais de 30 anos. Além do Povo Atikum, destacam em seu currículo outros Povos de MS, Como; Os Terenas, os Kinikinau e os Kadiwéu. Este ultimo trabalho por anos na TI (Terra Indígena) na Aldeia Alves de Barros localizada no município de Porto Murtinho.

Para a Subsecretária de Assuntos Indígenas no governo do estado, este é um momento impar onde podemos contemplar a grande e a riqueza cultural deste Povo. Recém lançado o livro “ATIKUM: os índios negros de MS”, já foi indicado para concorrer como melhor livro 2019 no 61° Edição do Premio Jabuti. E com melhor capa E com imagem do fotógrafo sul-mato-grossense Alvaro Herculano concorre a melhor capa da edição 2019

Produzindo pela Editora CRV, pode ser adquirido via internet CLIQUE AQUI

 

Sinopse

Os Atikum desafiam a Etnologia clássica, pois se diferem muito daquilo que o senso comum denominaria “índio de verdade”. A cor da pele é escura, falam apenas a língua portuguesa e são considerados “misturados”, inclusive por outros indígenas. O único sinal aparente de sua condição étnica se constitui na realização do ritual do Toré, em que os “encantos de luz” são invocados e dão força aos “caboclos da Serra do Umã”, autodenominação do grupo. No entanto, identificam-se como indígenas e são identificados pelo órgão indigenista oficial (inicialmente SPI, depois Funai) como tais, pelo menos desde a década de 1940.

 

Os Atikum mais velhos que vivem em Mato Grosso do Sul saíram da Serra do Umã, estado de Pernambuco, em fluxos migratórios distintos, entre fins da década de 1970 e início dos anos 1980, cruzando parte do território brasileiro até se estabelecerem no município de Nioaque. Cada uma das famílias ali existentes possui específicas trajetórias de migração e, em diversos momentos, essas famílias perambularam de forma isolada, seguindo seus respectivos caminhos, até voltarem a se organizar coletivamente em torno de um território, ainda que restrito, cedido a eles pelos Terena da Terra Indígena Nioaque. Depois de mais de três décadas de presença no Centro-Sul brasileiro, os “caboclos” aguardam, com alegria e expectativa, a conquista de um território próprio.

 

Com Informação da TENDA DOS SABERES INDÍGENAS
20° Festival de Inverno de Bonito
Fotos: Subsecretaria Indígena Governo MS

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